sociedade brasileira de cirurgia plástica

2011
26.05
Especialista ensina como diminuir os riscos em cirurgia plástica

por Maria Vianna  – Extra online

RIO – O Brasil está entre os países recordistas em cirurgia plástica. São realizadas 1,2 mil intervenções estéticas por dia no país, um total de meio milhão de procedimentos por ano, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Com o aumento das ofertas, cresce também o risco de banalização e de erros médicos. Pensando nisso, o cirurgião plástico Alan Landecker, médico formado pela Universidade de São Paulo (USP) e membro da SBCP e da International Society of Aesthetic Plastic Surgery, escreveu o livro “Cirurgia Plástica: manual do paciente”, um guia que esclarece todas as dúvidas de quem está pensando em mudar o visual.

Uma plástica bem feita pode fazer maravilhas para a autoestima de uma pessoa. Só que como qualquer cirurgia, a plástica também envolve riscos, cuidados especiais e um pós-operatório muitas vezes doloroso.

O primeiro passo, e talvez o mais importante, é a escolha do cirurgião plástico. Landecker afirma que todo paciente tem o direito de saber qual a formação do médico (faculdade, residência e especializações).

Também é essencial verificar se ele é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica o que pode ser facilmente verificado através do site: www.cirurgiaplastica.org.br . Para receber o título de especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica o médico precisa de 11 anos de formação (6 anos de faculdade e mais 5 anos de especialização) e no final deste período ainda é submetido a uma prova para receber o título.

Com relação a realização de vários procedimentos de uma só vez o especialista afirma que o ideal é fazer uma cirurgia de cada vez, já que quanto maior o procedimento, maior a perda de sangue e mais complicado é o pós-operatório.

Desconfie também de procedimentos que prometem uma recuperação rápida, como ‘cirurgias de fim de semana’ e intervenções feitas no consultório médico. De acordo com Landecker, todo paciente que se submete a uma plástica necessita de, no mínimo, uma semana de recuperação. O médico também frisa que as plásticas só devem ser feitas em hospitais de boa reputação que tenham uma equipe de emergência de prontidão caso algo dê errado.

Uma das dicas mais básicas de segurança é não escolher a plástica pelo preço. Cirurgia plástica é um procedimento caro por causa dos custos do material e da internação. Um cirurgia para colocação de prótese de silicone, por exemplo, não sai por menos de R$ 6 mil. Economizar nesta hora é um erro que pode arriscar a vida desnecessariamente e causar danos irreversíveis à saúde.

Se a plástica deu errado, o ideal é conversar com o cirurgião plástico, o mais capacitado para oferecer a solução para o problema. Landecker lembra que nenhum médico pode garantir o resultado da cirurgia, já que as reações do corpo podem ser imprevisíveis.

A imensa maioria dos problemas decorrentes da plástica são contornáveis se o médico acompanhar o paciente de perto e se o paciente seguir corretamente o pós-operatório. Se o paciente estiver desconfiado de que há algo errado, a conversa franca com o cirurgião é essencial. O bom médico vai fazer de tudo para resolver a situação da melhor forma possível – completa.

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